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Alta da inflação em 2011 e os preços de alimentação

 

A variação do IPCA em 2011 foi de 6,50 %, a maior desde 2004 (7,60%) e 0,59 ponto percentual acima da taxa de 5,91% de 2010. A maioria dos grupos de produtos e serviços pesquisados apresentou variação maior que a do ano anterior. O grupo que mais subiu foi transporte, que passou de 2,41% para 6,05%. As exceções foram alimentação e bebidas (de 10,39% para 7,18%) e artigos de residência (de 3,53% para 0,00%).

Apesar dos preços de alimentação e bebidas terem crescido menos, este foi o grupo que exerceu o maior impacto no ano. Responsáveis por 23,46% do orçamento das famílias, o grupo se apropriou de 1,69 ponto percentual do índice, o que representa 26% dele. Isto se deve à forte pressão dos alimentos consumidos fora do domicílio, cujos preços subiram 10,49% em 2011, seguindo a alta de 9,81% de 2010.

O item refeição fora, também aumentando 10,49%, exerceu o principal impacto individual no IPCA do ano, com 0,47 ponto percentual. Já os alimentos de consumo no domicílio, ficaram mais caros em 5,43%, bem menos do que os 10,70% de 2010. Considerando os principais impactos individuais, após a refeição fora, empataram, na segunda posição, colégios (cursos regulares) e empregados domésticos, ambos com 0,40 ponto percentual. Pelos serviços dos empregados domésticos as famílias passaram a pagar salários mais altos em 11,37%, variação um pouco menor do que a de 2010 (11,82%).

Fonte: IBGE