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Brasil assume compromisso pela nutrição

Envolver as diversas políticas de governo é novo desafio dos países na busca pela melhoria da nutrição no mundo, redução da obesidade e erradicação da fome mundial. Essa foi a defesa apresentada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, durante a 2ª Conferência Internacional de Nutrição, que aconteceu em Roma, na Itália em novembro de 2014. Arthur Chioro chefiou a delegação brasileira. Ao final do encontro, os participantes assinaram dois documentos que atestam o compromisso contra má nutrição: a Declaração de Roma sobre a Nutrição e o Marco de Ação.

A 2ª Conferência Internacional de Nutrição reuniu representantes de países membros da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta o Brasil como referência internacional no combate à fome, tendo cumprido com antecedência os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em relação à redução da pobreza. Recente pesquisa dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome demonstrou que a desnutrição crônica, que reflete longos períodos de exposição a situações de fome e miséria, inclusive no ventre da mãe, caiu 51,4% entre as crianças beneficiárias do programa Bolsa Família acompanhadas durante cinco anos.

Para o ministro da Saúde, os resultados positivos conquistados nas últimas décadas são fruto do alinhamento de políticas sociais, de saúde e educação, combinadas com a política econômica e de proteção social. “A valorização do salário mínimo e a recuperação do poder de compra do trabalhador levaram mais de 42 milhões de pessoas à classe média. O Programa Bolsa Família tirou da linha de pobreza mais de cinco milhões de brasileiros. Isso possibilitou a população ter acesso à alimentação, e a fome hoje caminha para tornar-se um fenômeno isolado no Brasil”, comemorou.

Chioro ressaltou ainda que para enfrentar a má-nutrição os países precisam adotar políticas complementares e intersetoriais. “Ao pensarmos em nossas políticas de alimentação e nutrição, precisamos levar em consideração as diferentes faces da insegurança alimentar e nutricional, que levam a desfechos como desnutrição, carências de micronutrientes, excesso de peso, obesidade e doenças crônicas associadas à alimentação inadequada”, reforçou.

Fonte: Agência Saúde

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/aisa/noticias-aisa/16039-em-roma-brasil-assume-compromisso-para-melhorar-nutricao